Coisas de que Gosto
Espaço de Opinião onde procurarei falar ou apresentar as coisas de que mais gosto e eventualmente, daquelas que menos gosto, ou até daquelas que não gosto....!
01
Jan 11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por joão palmela às 11:22
12
Dez 10

 

 

 

 

 

 

 

publicado por joão palmela às 17:56
27
Nov 10

Devem-me dinheiro!

 

José Sócrates em 2001 prometeu que não ia aumentar os impostos. E aumentou. Deve-me dinheiro. António Mexia da EDP comprou uma sinecura para Manuel Pinho em Nova Iorque. Deve-me o dinheiro da sinecura de Pinho. E dos três milhões de bónus que recebeu. E da taxa da RTP na conta da luz. Deve-me a mim e a Francisco C. que perdeu este mês um dos quatro empregos de uma loja de ferragens na Ajuda onde eu ia e que fechou. E perderam-se quatro empregos. Por causa dos bónus de Mexia. E da sinecura de Pinho. E das taxas da RTP. Aníbal Cavaco Silva e a família devem-me dinheiro. Pelas acções da SLN que tiveram um lucro pago pelo BPN de 147,5 %. Num ano. Manuel Dias Loureiro deve-me dinheiro. Porque comprou por milhões coisas que desapareceram na SLN e o BPN pagou depois. E eu pago pelo BPN agora. Logo, eu pago as compras de Dias Loureiro. E pago pelos 147,5 das acções dos Silva. Cavaco Silva deve-me muito dinheiro. Por ter acabado com a minha frota pesqueira em Peniche e Sesimbra e Lagos e Tavira e Viana do Castelo. Antes, à noite, viam-se milhares de luzes de traineiras. Agora, no escuro, eu como a Pescanova que chega de Vigo. Por isso Cavaco deve-me mais robalos do que Godinho alguma vez deu a Vara. Deve-me por ter vendido a ponte que Salazar me deixou e que eu agora pago à Mota Engil. António Guterres deve-me dinheiro porque vendeu a EDP. E agora a EDP compra cursos em Nova Iorque para Manuel Pinho. E cobra a electricidade mais cara da Europa. Porque inclui a taxa da RTP para os ordenados e bónus da RTP. E para o bónus de Mexia. A PT deve-me dinheiro. Porque não paga impostos sobre tudo o que ganha. E eu pago. Eu e a D. Isabel que vive na Cova da Moura e limpa três escritórios pelo mínimo dos ordenados. E paga Impostos sobre tudo o que ganha. E ficou sem abonos de família. E a PT não paga os impostos que deve e tenta comprar a estação de TV que diz mal do Primeiro-ministro. Rui Pedro Soares da PT deve-me o dinheiro que usou para pagar a Figo o ménage com Sócrates nas eleições. E o que gastou a comprar a TVI. Mário Lino deve-me pelos lixos e robalos de Godinho. E pelo que pagou pelos estudos de aeroportos onde não se vai voar. E de comboios em que não se vai andar. E pelas pontes que projectou e que nunca ligarão nada. Teixeira dos Santos deve-me dinheiro porque em 2008 me disse que as contas do Estado estavam sãs. E estavam doentes. Muito. E não há cura para as contas deste Estado. Os jornalistas que têm casas da Câmara devem-me o dinheiro das rendas. E os arquitectos também. E os médicos e todos aqueles que deviam pagar rendas e prestações e vivem em casas da Câmara, devem-me dinheiro. Os que construíram dez estádios de futebol devem-me o custo de dez estádios de futebol. Os que não trabalham porque não querem e recebem subsídios porque querem, devem-me dinheiro. Devem-me tanto como os que não pagam renda de casa e deviam pagar. Jornalistas, médicos, economistas, advogados e arquitectos deviam ter vergonha na cara e pagar rendas de casa. Porque o resto do país paga. E eles não pagam. E não têm vergonha de me dever dinheiro. Nem eles nem Pedro Silva Pereira que deve dinheiro à natureza pela alteração da Zona de Protecção Especial de Alcochete. Porque o Freeport foi feito à custa de robalos e matou flamingos. E agora para pagar o que devem aos flamingos e ao país vão vendendo Portugal aos chineses. Mas eles não nos dão robalos suficientes apesar de nos termos esquecido de Tien Amen e da Birmânia e do Prémio Nobel e do Google censurado. Apesar de censurarmos, também, a manifestação da Amnistia, não nos dão robalos. Ensinam-nos a pescar dando-nos dinheiro a conta gotas para ir a uma loja chinesa comprar canas de pesca e isco de plástico e tentar a sorte com tainhas. À borda do Tejo. Mas pesca-se pouca tainha porque o Tejo vem sujo. De Alcochete. Por isso devem-me dinheiro. A mim e aos 600 mil que ficaram desempregados e aos 600 mil que ainda vão ficar sem trabalho. E à D. Isabel que vai a esta hora da noite ou do dia na limpeza de mais um escritório. Normalmente limpa três. E duas vezes por semana vai ao Banco Alimentar. E se está perto vai a um refeitório das Misericórdias. À Sexta come muito. Porque Sábado e Domingo estão fechados. E quando está doente vai para o centro de saúde às 4 da manhã. E limpa menos um escritório. E nessa altura ganha menos que o ordenado mínimo. Por isso devem-nos muito dinheiro. E não adianta contratar o Cobrador do Fraque. Eles não têm vergonha nenhuma. Vai ser preciso mais para pagarem. Muito mais. Já.

 

Mário Crespo

09
Jan 10

 

 

 

É uma coisa que de vez enquanto gosto de fazer, dai que dei por mim a pensar :

"E se por hipótese eu fosse pançudo, fruto de nos últimos trinta anos ter andado a comer à conta do sistema.... Provavelmente também não seria nem negativista nem derrotista e quem sabe até, seria um bom e afável optimista".

 

Coisas que nos turvam a consciência.....

 

 

João Palmela
28
Dez 09

 

“Portugal suporta uma crise, grave e duradoura, que é só sua e que só aos Portugueses compete resolver.

Já desperdiçámos um tempo precioso e nada fize­mos para atenuá-la, muito menos para superá-la.

Poderemos empobrecer lentamente até que da Europa só nos reste a geografia. Poderemos fingir que tudo está no bom caminho, mesmo quando sabemos que não está. Poderemos confiar nos acasos, com um optimismo que é apenas uma imensa irresponsabilidade.

Uma coisa, porém, é certa: se não conseguirmos «mudar» o essencial da nossa sociedade, teremos o futuro comprometido.

A economia portuguesa regista uma década tão medíocre que só encontra um paralelo próximo no fim da Monarquia e no princípio da República.

Daqui emergem fenómenos sociais graves, desequi­líbrios financeiros perigosos, desmedidos endividamentos público e externo.

Chegámos a beira do precipício e, se dermos um passo em falso ou tardarmos na reacção, ninguém evitará um enorme sobressalto.”

 

É com este sério Aviso, que Henrique Medina Carreira Inicia o seu livro Portugal que Futuro?

 

Perante a dureza desta Introdução que mais restará dizer?.... Apenas aconselhar a leitura de uma obra de que muito gostei e depois meditar, e a seguir reagir sem medo, mas com cautela para não cairmos no precipício.

 

João Palmela

 

 

24
Nov 09

 

Fotografia de João Palmela

 

A cericaia ou sericá é, com toda a evidência, um doce conventual. Alfredo Saramago, que nos últimos anos se tem dedicado a estudos da História da Alimentação, regista no seu livro "Doçaria Conventual do Alentejo " as receitas e o seu enquadramento histórico" (Colares Editora), duas versões deste doce delicioso.

 

Um dos meus doces preferidos não só para consumir mas para confeccionar, pelo que deixo Aqui a minha receita para quem se quiser deliciar.

 

 

João Palmela

 

publicado por joão palmela às 14:53
09
Jul 09

 

Jorge Palma

 

 

 

 

A quem me encostei bastantes vezes e em momentos de algum desalento.

 

Por tudo,  um grande bem haja Jorge!

 

João Palmela

 

 

 

publicado por joão palmela às 21:56
06
Jul 09

 O Blog

 

 

Um Blog onde a Amiga Carmo Fernandes, com as suas crónicas do enxame de ó, dá asas à sua inspiração apresentando belos contos, de um fino recorte literário, demonstrando um profundo conhecimento da ambiência do mundo rural, com um extraordinário Alentejanar e uma narrativa de caris cinematográfico que nos transporta para o interior das cenas, levando-nos a sentir como figuras do enredo.

 

Por isso, um local a visitar para ler aquilo que a Amiga Carmo tem de melhor para nos oferecer, a sua bela literatura.

 

 João Palmela

 

 

publicado por joão palmela às 23:39
04
Jul 09

Não há lugar para divorciadas - Francisco Moita Flores

 

 

 

Um Livro bem disposto e humorado, a ler ou reler, o qual, apesar de já ter sido editado à imenso tempo está sempre actual. Bastante útil na presente época, pois é um bom manual de como fabricar ministros, ideal para políticos e óptimo para quem quiser soltar umas boas gargalhadas com tudo isto, mas depois tirar as devidas ilações.

 

João Palmela

 

 

publicado por joão palmela às 00:01
03
Jul 09

 Dos Deolinda.

 

 

 

 

Deolinda é um original projecto de música popular portuguesa (MPP), inspirado pelo fado e as suas origens tradicionais. Formado em 2006 por 4 jovens músicos com experiências musicais diversas (jazz, música clássica, música étnica e tradicional), procuram, através do cruzamento das diferentes linguagens e pesquisa musical, recriar uma sonoridade de cariz popular que sirva de base às composições originais do grupo. 

 

Informação extraida de Deolinda em Música do MySpace

 

João Palmela

publicado por joão palmela às 00:01
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